"Se queres sentir a felicidade de amar,
esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem,
mas as almas não. "
(Manuel Bandeira)
terça-feira, 13 de novembro de 2007
A copa do mundo é DELES ...

Post atrasado, porém não menos indignado.
Sim meus queridos nós sediaremos a copa de 2014 e tudo será movido a mais um banho de corrupção e roubalheira enquanto o brilho do futebol encobre os olhos da população alienada que é silenciada com um gol de um craque.
Não diferente do Pan os políticos tiraram do nosso bolso toda a renda para "investir" no evento e os ingressos para poder disfrutar da alefira futebolística serão a preços exorbitantes que com certeza a grande massa não poderá pagar, mas poderá acompanhar nos meios de comunicação que omitirão alguns "acontecimentos" a fim de não acabar com a festa, em tempos desses acontecimentos jamais são mencionadas grandes escandalos, é como se os bandidos (tanto os da rua, quanto os do congresso) dessem tregua em meio a imensidão e grandiosidade da Copa, ridículo isso, é claro que isso está SEMPRE acontecendo e a Copa vai ser mais um motivo para vendar os olhos da população, a antiga, mas porém adaptada política de Roma tirando o pão e dando a diversão para entreter a população, brilhante comparação que vi em um artigo formidável a respeito.
E já estamos no ritmo da grande festa, com aquele discurso de sempre de que o país será valorizado e milhares de empregos serão gerados, como se fossem pagar salários dignos aos contratados e como se fosse acessível a todos os jogos, como se a população não tivesse que trabalhar para sustentar suas famílias e sobreviver em meio ao caos enquanto a burguesia curte seus joguinhos que unem todos os países em um só objetivo que prega a paz, HIPOCRISIA pura!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
A flor da pele
Tudo está mudando numa rotatividade tão grande
Que meu eu de antes é tão desconhecido ao de hoje
É mais do que um oposto
É muito mais do que isso
É mais do que passei
Do que amei ou odiei
É um olhar diferente diante de tudo
Talvez mais crítico ou até menos atento
Me sinto com uma nova descoberta
Olho para trás e sinto que era tudo tão vazio
Era um clichê cotidiano
As dúvidas de sempre, acompanhadas com outras mais
Sensação de impotência sobre determinadas situações
Indignação, confusão
Coisas que sei e antes não sabia
Mas eu quero mais, muito mais do que tenho
Anseio pelo amanhã,
Por viver ...isso nos foi dado como uma chance
Quero lutar pelo que me identifico
E merecer o meu paraíso
Quero que seja intenso
Não importa se vai durar e onde irá chegar.
Que meu eu de antes é tão desconhecido ao de hoje
É mais do que um oposto
É muito mais do que isso
É mais do que passei
Do que amei ou odiei
É um olhar diferente diante de tudo
Talvez mais crítico ou até menos atento
Me sinto com uma nova descoberta
Olho para trás e sinto que era tudo tão vazio
Era um clichê cotidiano
As dúvidas de sempre, acompanhadas com outras mais
Sensação de impotência sobre determinadas situações
Indignação, confusão
Coisas que sei e antes não sabia
Mas eu quero mais, muito mais do que tenho
Anseio pelo amanhã,
Por viver ...isso nos foi dado como uma chance
Quero lutar pelo que me identifico
E merecer o meu paraíso
Quero que seja intenso
Não importa se vai durar e onde irá chegar.
Momento Saudoso
Tenho saudades de coisas que não voltam mais
Momentos que ficaram lá atrás
Infância levada
Chuva em tarde de calor
Aquele telefonema
O dia em que senti uma felicidade inacabável
Saudades de momentos e pessoas que não voltam mais
Vontade de voltar no tempo e quem sabe aproveitar mais
Ou até mudar algumas coisas que hoje ditam alguns conceitos
Tentar evitar algumas dores
Fico remoendo algumas coisas que aconteceram
Brigas, abraços, despedidas
Coisas que não fiz como eu queria de verdade
Não falei o que sentia ou queria falar
Sentimentos que deixei de manifestar
E se a algum momento voltasse
E pudesse realmente evitar ou algo mudar
Sinto que na verdade
Faria tudo exatamente igual
Não falo de nada específico
Coisas simples outras complicadas demais
São só momentos
Momentos perdidos dentro de mim.
Momentos que ficaram lá atrás
Infância levada
Chuva em tarde de calor
Aquele telefonema
O dia em que senti uma felicidade inacabável
Saudades de momentos e pessoas que não voltam mais
Vontade de voltar no tempo e quem sabe aproveitar mais
Ou até mudar algumas coisas que hoje ditam alguns conceitos
Tentar evitar algumas dores
Fico remoendo algumas coisas que aconteceram
Brigas, abraços, despedidas
Coisas que não fiz como eu queria de verdade
Não falei o que sentia ou queria falar
Sentimentos que deixei de manifestar
E se a algum momento voltasse
E pudesse realmente evitar ou algo mudar
Sinto que na verdade
Faria tudo exatamente igual
Não falo de nada específico
Coisas simples outras complicadas demais
São só momentos
Momentos perdidos dentro de mim.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Momento Alento
Escrevo coisas sem sentido
Com dificuldade de se interligar
De formar algo concreto
Escrevo sobre meu agora
Do meu desejo subliminar
Coisas que às vezes não vejo
Buscando salvação
Me encontrar a cada segundo
Suprir o que quero, mas não tenho
Às vezes me movo pela escrita
Escrevo, escrevo
Folhas rabiscadas, palavras retiradas
A música na mente
Nos dedos a tinta impreguinada
Na cabeça as palavras formando frases
Os sentimentos em seu auge
No punho rapidez para tentar acompanhar
Na boca a caneta
Os dentes mordendo buscando tudo se encaixar
A chuva caindo, palavras em orvalho
Me traz a felicidade de poder expor
Nem que seja somente para mim
Claro e rápido
Pareço possuída por mim mesma
Em um estado de (des)graça
Roendo as unhas
Ouvindo a canção
E a caneta dançando ferrozmente no papel
Quando chegarão ao derradeiro ponto final?
Talvez nunca
Pois sempre me encontro na interrogação
Talvez eu queira assim
Com dificuldade de se interligar
De formar algo concreto
Escrevo sobre meu agora
Do meu desejo subliminar
Coisas que às vezes não vejo
Buscando salvação
Me encontrar a cada segundo
Suprir o que quero, mas não tenho
Às vezes me movo pela escrita
Escrevo, escrevo
Folhas rabiscadas, palavras retiradas
A música na mente
Nos dedos a tinta impreguinada
Na cabeça as palavras formando frases
Os sentimentos em seu auge
No punho rapidez para tentar acompanhar
Na boca a caneta
Os dentes mordendo buscando tudo se encaixar
A chuva caindo, palavras em orvalho
Me traz a felicidade de poder expor
Nem que seja somente para mim
Claro e rápido
Pareço possuída por mim mesma
Em um estado de (des)graça
Roendo as unhas
Ouvindo a canção
E a caneta dançando ferrozmente no papel
Quando chegarão ao derradeiro ponto final?
Talvez nunca
Pois sempre me encontro na interrogação
Talvez eu queira assim
Agora
A vida nos prega peças
Que custam a nos deixar em paz
Seguir em frente é o caminho
Entretanto após a tempestade é difícil
Chega a parecer impossível
Quero manter distância de tudo
Desse tudo que na verdade quero para mim
É tão contraditório e ridículo
Quero que venha de mansinho
Feito sopro de outono
Sem essa assustadora rapidez
Não com esse sofrimento intenso
Tampouco com essa cegueira incurável
Esse meu querer é inexistente
E é tão difícil encontrar o caminho
Quando não se sabe onde ir
E se está tão confusa para pensar
O melhor é qualquer lugar
Que não seja esse e não seja agora.
Que custam a nos deixar em paz
Seguir em frente é o caminho
Entretanto após a tempestade é difícil
Chega a parecer impossível
Quero manter distância de tudo
Desse tudo que na verdade quero para mim
É tão contraditório e ridículo
Quero que venha de mansinho
Feito sopro de outono
Sem essa assustadora rapidez
Não com esse sofrimento intenso
Tampouco com essa cegueira incurável
Esse meu querer é inexistente
E é tão difícil encontrar o caminho
Quando não se sabe onde ir
E se está tão confusa para pensar
O melhor é qualquer lugar
Que não seja esse e não seja agora.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
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