Eu já fui mais compreensiva comigo.
A gente muda tanto que deixa tanta coisa pra trás
E sente uma falta que dilacera e desatina
É na flor da pele que eu vou andando
E é o nome antes escolhido aqui
Que eu bem ando sentindo.
'Quais são as cores e as coisas? ...'
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Trazendo de novo a memória.
Tem coisas que escrevemos que nos parecessem ridículas após um tempo [é inegável, acontece com todo mundo] e outras tantas que nos surpreendem positivamente e senti essa necessidade de colocá-las abrilhantando por aqui mais uma vez:
'Afinal vivemos nutrindo perguntas e suposições entaladas, elas tem o poder de nos afundar e impulsionar para o amanhã, depende de como se encara e digere esse fato. '
'Nada de conclusões precipitadas, elas sempre acabam pegando você no futuro e lhes mostrando o outro lado da moeda '
'Pra que se iludir e ficar esperando pacientemente chegar o fim para dar tudo certo, não sabemos nem se estaremos vivos ao final do dia, e se o fim chegar e não der certo como você imaginava?'
'Esse meu querer é inexistente
E é tão difícil encontrar o caminho
Quando não se sabe onde ir'
'Quando chegarão ao derradeiro ponto final?
Talvez nunca
Pois sempre me encontro na interrogação
Talvez eu queira assim '
'E merecer o meu paraíso
Quero que seja intenso
Não importa se vai durar e onde irá chegar. '
'Nem em epistolas intermináveis isso seria terminado, nem descrito com o zelo e verdade que merece.
Nem encontros, nem desencontros e muito menos despedidas, são breves momentos.'
'Preso a regras, a indignações, a desejos volúpios e devaneios, a pessoas ...
Falsa liberdade, gaiola inquebrável, paraíso inalcansável (?!) '
'O que canto agora em meus lábios
Já não faz mais parte da melodia que entoava no passado (mundano)
É isso que eu quero baby! (enigma) '
'Que a fé desperte em cada um, mesmo quando parece que nem o significado pareça mais existir e que proclamar palavras de mudanças e desejos como essas, não sejam motivos de chacota e tampouco despertem o desânimo de terceiros e a intenção de ferir a esperança alheia!'
'vontade de ter menos tédio, vontade de arrumar um remédio que cure toda essa vontade sem fim! '
'De tudo fica um pouco e esse pouco tem se tornado um vício!'
'Lá no fundo todos nós desejamos secreta ou escancaradamente que essa data faça um marco de mudança em nossa vida e que muitos de nossos desejos se realizem quase que instântaneamente, mas estamos nos enganando ao pensar dessa forma. E esse engano já não faz mais parte de mim.'
'E hei de guardar tudo que foi dito e usar nas minhas próximas palavras!'
'Elas brincam com as palavras
Jogam, pegam, amassam'
'Mas é muito mais que isso, não pense só em corpos, pense em ar, em raios solares, na imundice a que nos sujeitamos, em tudo, tudo é alguma coisa '
Totalmente fora de hora pra comemorar o 'aniversário do inquietude incessante' já que foi dia 14 de Setembro que ele completou 4 estações comigo, mas me lembro como se fosse hoje [sem balela] o dia em que coloquei em prática um idéia que vinha há tempos martelando na minha cabeça e a primeira postagem tão sem pretensão foi tão estimulante, tão sincera, eu me vi naquelas palavras e me senti orgulhosa de poder colocá-las a minha maneira, independente da aprovação de qualquer pessoa e daí em diante foram postagens e postagens, fases e fases, poemas, textos, dilemas e em todos os momentos que se seguiram da minha vida essa página eletrônica se tornou muito mais que um simples blog, mais um pedaço da minha vida, um lugar pra correr nos momentos de alegria, indignação, nostalgia e outros mais que me deparei ao longo desse tempo. Esse foi o remédio pro meu tédio, pra minha dor, a injeção de euforia, um amigo que se fez presente ... foram meus dias, meu registro mais fiel do que qualquer coisa que eu possa tentar fazer. E vai se manter firme e forte aqui, com ou sem leitores [que ultimamente tem sido os mais queridos e dignos possíveis], sempre com minhas idéias, meus 'gritos cibernéticos' e aberto pra qualquer um que se disponha a compartilhá-los comigo em meio a toda essa 'inquietude incessante' que toma o meu ser.
Rumo as 100!
'Afinal vivemos nutrindo perguntas e suposições entaladas, elas tem o poder de nos afundar e impulsionar para o amanhã, depende de como se encara e digere esse fato. '
'Nada de conclusões precipitadas, elas sempre acabam pegando você no futuro e lhes mostrando o outro lado da moeda '
'Pra que se iludir e ficar esperando pacientemente chegar o fim para dar tudo certo, não sabemos nem se estaremos vivos ao final do dia, e se o fim chegar e não der certo como você imaginava?'
'Esse meu querer é inexistente
E é tão difícil encontrar o caminho
Quando não se sabe onde ir'
'Quando chegarão ao derradeiro ponto final?
Talvez nunca
Pois sempre me encontro na interrogação
Talvez eu queira assim '
'E merecer o meu paraíso
Quero que seja intenso
Não importa se vai durar e onde irá chegar. '
'Nem em epistolas intermináveis isso seria terminado, nem descrito com o zelo e verdade que merece.
Nem encontros, nem desencontros e muito menos despedidas, são breves momentos.'
'Preso a regras, a indignações, a desejos volúpios e devaneios, a pessoas ...
Falsa liberdade, gaiola inquebrável, paraíso inalcansável (?!) '
'O que canto agora em meus lábios
Já não faz mais parte da melodia que entoava no passado (mundano)
É isso que eu quero baby! (enigma) '
'Que a fé desperte em cada um, mesmo quando parece que nem o significado pareça mais existir e que proclamar palavras de mudanças e desejos como essas, não sejam motivos de chacota e tampouco despertem o desânimo de terceiros e a intenção de ferir a esperança alheia!'
'vontade de ter menos tédio, vontade de arrumar um remédio que cure toda essa vontade sem fim! '
'De tudo fica um pouco e esse pouco tem se tornado um vício!'
'Lá no fundo todos nós desejamos secreta ou escancaradamente que essa data faça um marco de mudança em nossa vida e que muitos de nossos desejos se realizem quase que instântaneamente, mas estamos nos enganando ao pensar dessa forma. E esse engano já não faz mais parte de mim.'
'E hei de guardar tudo que foi dito e usar nas minhas próximas palavras!'
'Elas brincam com as palavras
Jogam, pegam, amassam'
'Mas é muito mais que isso, não pense só em corpos, pense em ar, em raios solares, na imundice a que nos sujeitamos, em tudo, tudo é alguma coisa '
Totalmente fora de hora pra comemorar o 'aniversário do inquietude incessante' já que foi dia 14 de Setembro que ele completou 4 estações comigo, mas me lembro como se fosse hoje [sem balela] o dia em que coloquei em prática um idéia que vinha há tempos martelando na minha cabeça e a primeira postagem tão sem pretensão foi tão estimulante, tão sincera, eu me vi naquelas palavras e me senti orgulhosa de poder colocá-las a minha maneira, independente da aprovação de qualquer pessoa e daí em diante foram postagens e postagens, fases e fases, poemas, textos, dilemas e em todos os momentos que se seguiram da minha vida essa página eletrônica se tornou muito mais que um simples blog, mais um pedaço da minha vida, um lugar pra correr nos momentos de alegria, indignação, nostalgia e outros mais que me deparei ao longo desse tempo. Esse foi o remédio pro meu tédio, pra minha dor, a injeção de euforia, um amigo que se fez presente ... foram meus dias, meu registro mais fiel do que qualquer coisa que eu possa tentar fazer. E vai se manter firme e forte aqui, com ou sem leitores [que ultimamente tem sido os mais queridos e dignos possíveis], sempre com minhas idéias, meus 'gritos cibernéticos' e aberto pra qualquer um que se disponha a compartilhá-los comigo em meio a toda essa 'inquietude incessante' que toma o meu ser.
Rumo as 100!
domingo, 26 de outubro de 2008
Além do que se vê

Sobre uma observação minha; um belo amigo que viu a menina ao longe e sobre todas as outros sentidos que você achar nele.
Tchuuuum, parou
Abriu a porta
Ela entrou
Passou delicadamente pela roleta
Entregou o bilhete
Lançou um longo olhar
De cansaço tristemente
Pareceu-me batalhadora
E um tanto sofredora
Curvada pela idade
Vestimenta simples
E a medida que a olhava
Sentia culpa
Culpa de ser gente assim
Gente feliz, sorridente
E envolvido pela música
Fui te reparar
Montei lhe uma história
E guardei na memória
Resta me a dúvida
Se ela realmente há de ser a tua
Doce solidão
Parecia que também era minha
Parecia que eu te conhecia.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
8 garrafas e 3 copos.
Sonolência. Vem e Vai. Baladas interrompidas. Movimentos bruscos não calculados. Lapsos extasiantes de boemia. O sol que tardia. Olhos cessam. Tic tac corre. Roda corrói o asfalto. Desço e ando. Páro o canto. Cheguei, sentei e sonetos senti. Unhas roidas. Idéias em jazidas. Dedos roçando o zíper. Ela declamando os versos dele. silên[shiuuuuuuuuuuuuuu]cio.
4h40.
Eu sou a musa e elas a inspiração
De intenção vagabunda
Fugaz!
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Cadê?

Agente se encontra?
Nunca
Perdido anda
Sempre
Agente só se engana
Tem gana, semana, cama
Vontade de se achar
Anda perdido só
ou
Nem tão só assim
Se perde no outro
Se perde em si
Se perde na tese
Se perde no espaço
Se perde no tempo
Se perde no ato
Se perde no retrato
Se perde por aqui
Se perde, se perde
Somente
Absolutamente.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Conjulgando

E desde então sou tua
Da maneira mais pura
E mais completa
Por inteiro me dedico
E desde então renasci
Para o mesmo mundo
Noutra perspectiva
Outra dimensão
E desde então me revelo
Sorrio, canto, vivo
Comtemplo cada momento
Sou eu mais do que antes
E desde então te reparo
Vejo todo teu ser claramente
Saltam qualidades extraordinárias
E surgem também adoráveis defeitos
E desde então tú és
Uma parte em cada pedaço
Retrato de saudade
Porto pra ancorar
Beijo fixado
Pensamento constante
Carinho acolhedor
Perfume entorpecedor
Uma porção de músicas
Uma fonte de palavras admiráveis
Um desejo que me toma
Fragmentos de poemas
A dose mais forte de sentimentos
És, foi e ainda serás!
E não cansa de ser
E desde então tú és
Vida em mim!
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Felicitações!
Parabéns Americana por eletizar por completo a cidade e consolidar a candidatura de um mero produto da mídia, o famoso 'rostinho bonito' [como se já não gastassem o bastante com a decoração do gabinete] ou o dito 'sangue novo' [ou seja = fantoche], termos esses bem conhecidos na nossa pátria amada [e mal cuidada] e diga-se de passagem geradores de traumas há um tempo atrás, no início da década de 90. Mas parece que sofremos de uma espécie de 'amnésia' combinada com uma nostalgia um tanto inapropriada se é que me entendem.
Vamos renovar, vamos retroceder
Vamos, vamos, mais um Collor no poder!
Vamos renovar, vamos retroceder
Vamos, vamos, mais um Collor no poder!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Em recuperação e construção
A respiração rotineira e os sorrisos jogados no ar cessaram naquele exato momento, mesmo que previsto foi desconcertante. E desabaram-se muros e muros sobre a sua cabeça sonhadora. Daí em diante foram descargas frenéticas de quedas até o cair da noite. O intervalo deu-se com dois copos de cerveja, revistas e palavras. Mas a última e não menos importante não tardou a chegar e lhe trouxe todo afã escondido e de carona o queixume e todo o conjunto de medos que sempre a atormentou e se juntaram todos com uma disciplina sem igual e atormentaram impiedosamente o pensamento já exausto, massacraram todo sossego estabelecido. Mas é de toda sua culpa, ou de uma parte que por mais que pequena em relação ao todo uniu-se e contruiu uma muralha. E do riso fez-se pranto entre lençóis a sós com ela mesma.
Ahh! Vamos tome as rédeas querida! Oh tome a coragem e só, pois todo ser principia tudo e tudo carrega sozinho! Eia, eia, eia que o tempo te corrói sem dó!
Ahh! Vamos tome as rédeas querida! Oh tome a coragem e só, pois todo ser principia tudo e tudo carrega sozinho! Eia, eia, eia que o tempo te corrói sem dó!
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