sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Dogmático

Ninguém sabe da minha confusão certamente, nem o que eu quero ou o que eu queria.
Nem minhas maiores possíveis loucuras passa em seus pensamentos
Nem selvageria, nem inocência
Justificativas banais banidas
O que demonstro não é real ou é, nem eu sei qual é minha verdade
Ou supostamente o que a alcança
Contraditoriamente ... é real, mas é visto por raros
Desfecho imaginável contíguo inesperado
Sem aquela beleza fulgaz
O que canto agora em meus lábios
Já não faz mais parte da melodia que entoava no passado (mundano)
É isso que eu quero baby! (enigma)

Um comentário:

Daiane Azenha disse...

É complicado tentar definir para os outros o quem nem nó sabemos...
inclusive, se a definição trata-se do que na verdade somos.
Mesmo sem definir...explicou o porquê de não definir!!!
Com seu jeitinho Lary de ser!!!