Não sei se nasci agora
Ou se faz um bom tempo
É nascimento atrás de morte
E um renascimento no meio
É montanha
É moinho de vento
É chocolate e capuccino
É poema
É cinema
É um punhado de cd's
São umas fotos
Uma caixa de recordações
E a desvantagem de crescer
É um minuto
Que atropela o segundo
E faz-se instante
E a alma inquieta
Que deixa lá a calma
E faz esse turbilhão
Sei que meu escrever
Quando eu ler de novo
Já não vai ser
Ei de traçar as linhas
Sentir o sabor desse meu ser
Em instantes querer morrer
E a outra ser
2 comentários:
E nisso vejo descrito a 'inquietude'.
é...
a "inquietude incessante"!
ps: e a sogra do cory?
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