
E de todo mal meu serei atenta
Conservarei os pensamentos
Mesmo que inutilizados
Farei meu bom grado
E o de quem teje preso
Negarei falsas expectativas após captadas
Mas antes, como de costume, me iludirei com elas
Me inundarei de palavras, cenas alheias e vento
Prevalecendo o culto as artes e o quadro de lembranças
Totalmente indissolúveis
E em meios aos poemas, dilemas e chuviscos de verão
Me encontrarei a mesma
Sem saber dizer quem sou
Nem onde tudo pode chegar
Seja em qualquer estação
3 comentários:
Bela Amiga
A cada dia tens falado de teu mundo, e atingindo com suas palavras ao mundo de todos a sua volta...
Magnifico!
LIndo!
Quase um soneto... tente transformá-lo em um. Ficará pefeito!
Beijos.
O formato não fez minha cabeça, porém a idéia impressa mostra apuro e tino de sua parte.
e sobre escrever, as vezes realmente o que nos resta é esse vazio, antes e após a operação...
Só dando um pitaco diferente, ao invés de soneto, porque não uma prosa, não concactena pra um soneto, mas acho que pra prosa da liga.
haha os dois útilmos versos são mais crescidos de essência
muito bom!
Parabéns!
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