quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

De tanto ...




Saudades tão grandes que não há espaço nessas quatro paredes. Nem o vento que entra pela janela no vai-e-vem das cortinas faz cessar. As páginas de Flaubert por mais brilhantes não me prendem o pensamento por completo. É tão frio como quem anda desnudo nessa brisa noturna, por mais que eu mantenha meu corpo aquecido. E toda essa impossibilidade de te ter me faz padecer minuto a minuto nesse mar de desejo.
Todas as canções que tem embalado meus ouvidos contém você em cada nota. As saudades me tomam e eu a bebo, respiro e transpiro até chegar tua presença colorindo o branco dessa vasta solidão que tem sido tão intensa como cada fração de segundo em que ela é banida contigo.

4 comentários:

Raul Vinicius disse...

as vezes eu fico sem saber o que falar/escrever quando 'te leio'.
São tãoincriveis as coisas que você em escreve que fico sem ação.
Eu te amo muito!

André Ulle disse...

Escreves bem!

Tati Tosta disse...

^^ E é assim,
De verso em Verso
a Poesia em Pessoa[sem por e nem tirar]

Amo_te Lari.

Cinthya =] disse...

Lariiiiii, sem palavras..... vc é uma pessoa iluminada.... te adoroooo muitoooooo ;)